domingo, 20 de novembro de 2011

Sabadão dia 19/11 Baile em Guatambu / SC

Sai de casa sabendo que o final de semana iria me render um post aqui no blog, porém, não sabia como...Vou então contar para vocês o que me motivou a escrever este post a seguir.

Como é de conhecimento de grande parte deu meus amigos, estou cortando os gastos excessivos e não posso gastar em farra, pelo fato de que comprei muitos produtos Avon, Natura e Jequiti da Nina, dentre estes, produtos para tirar os cravos pretos do meu nariz porcino, condicionadores para domar minha juba galega, crespa e eriçada e parafina mentolada para derreter a banha flácida da minha barriga.
            Iniciando a noite de sábado, saímos para jantar e nos dirigimos ao resort chique e bem decorado com garças e sapos de gesso e da família Santin, ficamos ao lado da piscina, obviamente imaginária, regando a mente com espuma da Brahma, que posteriormente virou Chopp. Para tal evento, contratamos um cheff renomado para preparar o prato da noite, que na ocasião era bife no disco com pouco tempero, porque estamos em petição de miséria.  Comemos feito porcos em jejum, nos estapeamos pelo bife mais generoso que estava no disco, a disputa foi fervorosa e animalesca, por fim, empurrei todos e derrubei botijão, disco e tudo mais na terra, o bife ficou cheio de grama e lama, mas mesmo assim o peguei, fugi para trás dos pinheiros numa corrida desesperada e o engoli inteiro, com a voracidade de um leão africano.
            Tomamos muito chopp, até que coubesse na barriga e arrotássemos espuma. A noite rolava tranqüila, até que o sr. proprietário da bomba de chopp, num ímpeto de egoísmo e birra, retirou a mesma deixando os convidados com a cara no chão. Para aproveitar o máximo possível do néctar de cevada, corremos desesperadamente e enchemos um litrão de QUIPO guaraná, para não deixar o tal chopp ir para casa assim. Tomei o tal litrão quase sozinho e obviamente escondido atrás do galpão, dividi o resto que não consegui deglutir com o restante da galera que ficou a ver navios.
Festa findada e um tanto frustrada, nos dirigimos a grande Caxambu, dentro de um tráfego caótico conseguimos chegar na esquina na Soberana Móveis, ao longe, avistamos um casal que se assanhava emaranhados loucamente, via-se um só corpo, várias mãos e uma duas línguas gosmentas e compridas que se grudavam e desgrudavam aceleradamente, junto deles, existia um micro castiçal chamado Bruna Isolda Menoncim, que ao nos avistar estalou um brilho intenso e radiante no olhar, como se tivesse sido sorteada na Tele Sena. Bruna veio até nós e saímos dar umas voltas, encontramos coincidentemente uma festa badalada na esquina, na qual certamente não havíamos sido convidados. Mas eu, como figura popular e famosa da cidade, consegui entrar na festa sem maiores problemas. Ficamos ali de boa e percebemos que com a nossa chegada a festa foi apagando, mesmo assim, permanecemos lá, mas nosso pensamento só tinha espaço para o falado baile em Guatambu, que não nos saia da cabeça. Eu queria ir, ir, ir, insisti o que pude e ninguém queria ceder.
 Até o presente momento estávamos presente na maravilhosa esquina: Bruna, Matheus, Larissa, André, Marquinhos e Luis Paulo, conversa vai conversa vem, ouvimos um som abafado e fervoroso de um funk pancadão lançamento da gaiola das popozudas, olhamos aturdidos para onde vinha o som, e avistamos a fabulosa Idiane Pizzi chegando de um role pelo baile em guatamb’s , aquele funk era tão safado que não posso descrever em palavras as orgias e promiscuidade provenientes da letra da música. Ydiane chegou, baixou a suspensão a ar de seu gol bolinha, e uma fumaça densa movimenta-se saindo debaixo carro, eram efeitos especiais, tipo aqueles que saem nos programas de TV, foi um espetáculo incrível, só faltou o show pirotécnico para fechar com chave de ouro...Avistamos então, saindo charmosamente da fumaça e balançando lentamente os cabelos (como em comercial de xampu), a ilustre Idiane, sobre uma sandália com salto 10cm de courino preto, que ostentava tiras envoltas em sua perna carnuda, trançadas de maneira a atingir o ápice da última volta quase que sobre o joelho, o salto era rosa e meio comido pelas pedras de cascalho, e ela vestia uma regata rosa com babados de broderi em toda a parte lateral, que a deixava com uma aparência de fada silvestre bem nutrida, vestia uma calça jeans socada no rego, que a deixava com um rabinho sexy e safado.
Depois da entrada triunfante de Ydiane, o diálogo corria tranqüilo e o assunto ainda era o baile, eu demonstrava que queria muito ir, insistia e chorava quase que enlouquecidamente. Até que surge do Além o Angelo (o mesmo adolescente não emancipado do último post), e logo em seguida avistamos aquele UNO bordô que andava desvairado pela pista. Era Camila a Ungida, que chegou vestindo um modelito gospel novo, um vestido de poá marrom e branco, estampa discreta e permitida no círculo gospel, a altura abaixo dos joelhos, mangas compridas e gola alta, para encobrir seu corpo farto e pecaminoso, e não atrair olhares desejosos e sedentos de sexo. Ela chegou louvando um hino, e interagiu conosco mais para o lado safado da história, demonstrando a influência do inimigo.
Idiane então,resolve informar que tinha uma bebidinha tipo caipirinha em casa, e eu prontamente mandei ela ir buscar , porque era 1 da manhã e nada de especial havia acontecido até o presente momento. Eis que Idi então vai e após alguns minutos volta com a bebida. Era uma bebida chamada assim CAMPO GRANDE Limãozinho (Valor R$ 3,00), vi de imediato que a caipirinha campo grande não ia ter um efeito satisfatório para todos.
O papo continuava rolando solto, e o baile ainda era o principal assunto em foco. Eu já tinha perdido as esperanças de participar do tal evento em guatamb’s, até que Idiane diz o seguinte:vamos mais tarde pra pegar o final ai não pagamos a entrada (e eu como estou cortando gastos, aceitei de imediato a proposta, porque ainda esperava algo de promíscuo na noite) .... e ainda a caipirinha campo grande limãozinho estava presente quando pedi a Idiane aonde ela conseguiu comprar o tal drink , ela contou que adquiriu o mesmo no caminhão que vende doces pelas ruas na cidade, (risos) imagina eu sabendo disso, chorei em aramaico rindo.
Voltando ao assunto, eis que um cheiro de comida vindo do além na aragem da noite é percebido no ar. Era eu, pois tinha sido o chef numa festa phyna num resorte, estava fétido de cebola e beef no disco, então, a srta Larissa ordena que eu me retire da esquina para me trocar, fomos até a mansão da família graboski, tropecei no chafariz ao entrar em casa, me troquei e voltamos a esquina.. a caipirinha ainda não tinha  feito nada demais, acho também que tampouco  iria surtir efeito, até que todos foram se despedindo aos poucos e saindo de fininho para filar um sexo na noite que ainda não havia terminado, neste caso para Matheus ,Camila, Idiane (Andrei e Keoma, que entram mais a frente na história) , Idiane foi resolver umas pendências na nigth e eu e Camila fomos até a casa da família DalMagro, aguardar a ida ao sonhado baile em guatambs. Conversa vai e nada de Idiane voltar, até achamos que ela havia nos deixado, foi então que surgiu a idéia de darmos um role de Uno p/ ver se localizávamos a srta Idiane. Chegamos na casa da Idi para chamarmos e nada da bendita.. decidimos de imediato que iríamos no baile sem ela, até que o sr Andrei surge do além  e entra na história de irmos ao baile, tudo resolvido fomos dar um role e pegar o que faltava para irmos ao destino em questão, encontramos idiane na cidade, e graças a Deus embarcamos na nave com funk tunado, resgatamos também a Keoma na cidade, e assim tudo resolvido nos dirigimos a Guatamb’s ao som de Gaiola das Popozudas e tomando um cervejinha que compramos no caminho.
Chegamos enfim no rumo desejado, lá entramos no Baile ( OBS: Não Pagamos a entrada pq já eram 3:30) ,  algumas pessoas bonitas ( bem poucas) e um evento bem organizado, a música estava boa e tudo mais, porém acredito que aquilo era um despacho ou encontrão de gente feia. Senhor, nunca vi tantos reunidos, muitos cabelos encaracolados, e aquele cheiro de suor tomava conta, a galera meeeeeeega divertida, pessoas dançavam até o chão, e eu claro entrei na onda de imediato, compramos mais cerveja e aí sim, o negócio só veio a piorar... a festa alegrou geral e a gente dançando e comandando o local ( menos né... mas pra nos estávamos ahazando) eu e Camila temos um trato para gerar  ciúmes em locais diferentes( vocês amigos próximos sabem do lance), até que Camila necessitou da arma, e o lance rolou de imediato ( deixando alguns pretendentes com a cara no chão). Caímos na farra e o bailão foi dando seqüência, aquele cheiro de pastel e batata frita tomava conta do ambiente.
Bebemoramos loucamente até que fui ao toillet, e lá encontro Camila me pedindo o tal favor novamente, desta vez com platéia demos continuidade ao show, voltei para dentro do banheiro, fiz o serviço lavei e mão e voltei. De repente avisto o Andrei dançando com a Camila, fui lá e me fiz de namorado dela é claro, empurrei o Andrei e começamos a nos destratar , o escândalo foi tanto ( tudo na brincadeira)  que os seguranças vieram até apartar a briga. Pensem vocês, ficamos ali para apanhar, rumei desgovernado ao desconhecido na mesma hora, fomos para a frente do palco e terminamos o baile por lá mesmo.
Ao final da festa, juntamos a galera e descemos para a avenida, onde o veículo estava posicionado, a galera reunida, muita gente urinando nas redondezas e o funk ainda não tinha parado na nave... embarcamos e voltamos para a grande caxambu do sul. Todos meio cansados, menos Camila que permanece sempre acordada para não deixar a motorista dormir e causar um acidente.
Chegamos na cidade e entregamos o pessoal em casa, cheguei em casa o dia meio clareando e os passarinhos cantando, porém, um besouro preto sofria para se virar, caso eu não fizesse alguma coisa, o tal besouro não poderia construir uma família.. então pisei em cima dele esmagando-o e deixando em pedaços... não é mentira,..desvirei o coitado e deixei ele seguir a vida, e eu me encaminhei ao sono eterno, acordando hoje e vindo diretamente escrever o post para não esquecer nada.

Autor: Matheus Graboski Casanova
Co-autora: Marina Cavalli

Um comentário:

  1. aposdkakspaokpako, Nós quase apanhamos! a nossa cara de medo foi tamanha que eu cheguei a implorar desculpas pros seguranças de uns 2 metros cada um! ushaushaushuahuaha... sem conta que la meio deviam ter cagado no chao, por que o cheiro de bosta era insuportavel! uehueheuhueee

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