terça-feira, 29 de maio de 2012

Herdeira do Trono de Estilista Famoso, Marynna Cavalli é tietada em visita a terra Natal!


a Modelo Internacional Marynna Cavalli, é tietada por Liminha (Puxa-saco de Sílvio Santos) e Luiz Ricardo, sorteador da Tele-Sena e eterno palhaço Bozzo!

              Marynna Cavalli que estava em uma viagem de volta a sua terra natal, foi até a grande Chapecó fazer compras, neste  é tietada por Liminha e Luis Ricardo, Marynna que é conhecida no mundo phyno Catarinense , famosa por odiar paparazzis e sempre se recusar a ser fotografa sem maquiagem ,aceitou humildemente o pedido das sub-celebridades que fazem parte da grade de animadores do SBT!! sua assessora de imprensa Terêh_Dalmagro nos encaminhou a foto, para postarmos no blog.


é Marynna a Humildade sempre fala mais alto! Parabéns, nunca é tarde para recomeçar!!

Foto: Produção Marynna Cavalli 
Matéria: Matheus Casanova.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Modelo Matheus Casanova, Recebe um MEGA Autógrafo!!!





BOOOOOOOOOOOMBA!!!

Atriz de Filmes Adultos Márcia Imperator, faz uma dedicatória ao modelo Matheus Casanova.

               É isso mesmo, que você acabou de ler,  a acessora do modelo Verinha_Aposentada  nos mandou um email assim que o modelo recebeu as fotos pelo correio, Verinha_Aposentada conta que o Modelo ficou extremamente emocionado e logo postou em seu status do facebook que havia recebido o tal presente, porém até então ninguém sabia, Verinha ainda Diz : Caxambu do Sul, vai ter assunto pra comentar por semanas.

             Segue abaixo as fotos, que recebemos! O autógrafo é autentico e já tem os direitos do Modelo Matheus, que foi carinhosamente chamado de Tetel pela afamada atriz Márcia Imperator. ( Apelido no qual o modelo aderiu quando iniciou sua carreira admistrativa em uma empresa da cidade). (ABAIXO O PASSO-A-PASSO DO AUTÓGRAFO)




 ..Agora o Autógrafo scaneado.. 

..e mais uma foto para confirmar a voracidade das fotos. 


..é minha gente , o Modelo Matheus nos surpreende a cada dia né??

Segue uma frase dita pelo modelo..

Matheus Diz: a Marcia é linda, sou extremamente fã dela, acompanho sua trajetória desde o tempo do teste de fidelidade na REDETV, e claro sua carreira na industria pornográfica brasileira, ainda Matheus deixa o seguinte toque, Márcia você é fantástica, amei o presente, já está num porta retrato aqui em casa.


Matéria: Marina Cavali / Matheus Casanova
Fotos: Indianara Vazzoler ( Paparazzi contratada)


quarta-feira, 16 de maio de 2012

Promoção MatheuSemanal! 19/05





Não precisa escrever mais nada né? Fique Ligado (a) no programa deste Sábado, 19/05 a partir das 13 horas na Rádio Alvorada 97,7 em Caxambu do Sul - SC!  


sábado, 12 de maio de 2012

BAILE 20 ANOS CTG - TROPEIROS DO OESTE 05/05/2012


          Decidimos no decorrer da semana que marcaríamos presença no tão falado baile de comemoração aos 20 anos do CTG Tropeiros do Oeste, ficou decidido então, que iríamos todos pilchados na indumentária gaúcha no baile temático crioulo.
Chegou o sábado e o horário combinado para o baile era 22:30, a casa da Gabriela (Antonie) ficou estabelecida como ponto de encontro, chegamos lá e percebemos que Lipi trajava um pala de lã preto com franjas, que envolvia por completo o seu mini corpo e se arrastava pelo chão ( herança do nono Natal, usado na Revolução Farroupilha), curiosos tentamos saber o que estava oculto por baixo da longo e volumo pala negro de Lipi. Distraído, ao olhar para o lado me percebo lívido ao compreender que Gabriela saía de dentro do quarto revoltada e negando-se a trajar o vestido previamente confeccionado para ela, toda gaudéria ela vinha desfilando um modelito a lá Berenice Azambuja, seu look era composto por uma calça de crivo na cor cru, confeccionada pelas artesãs caxambuenses, sobrepondo um chiripa na cor burgundy (tendência do inverno 2012, tonalidade entre vermelho e marrom), camisa de viscose branca, nos ombros um pala meia-espalda de seda (dobrado sobre o ombro), uma bota garrão de proto, confeccionada por seu pai Chico, e no cabelo todo volumoso por baby lise trazia uma majestosa faixa Uruguaia.
Antonie decidiu que iria assim e seu look então já não era mais surpresa para ninguém, porém, a curiosidade ainda rondava sobre o mistério da roupa de Lipi, na calada da noite chega então Bruna, que vestia uma capa de térmica bordada e toda trabalhada em pet work (por causa de seu mini tamanho), tiramos algumas fotos enquanto Gabriela ensaiava os passos finais de sua apresentação “show de boleadeiras”, exatamente no canto da área de casa. Enquanto isso, Naira arrumava a cuia na mateira campeira de Gabriela, e todos se entreolhavam tentando decifrar a misteriosa roupagem de Lipi.  Eu, todo pomposo, metido a gaúcho charqueador estancieiro, usei uma bota cano sanfonado, bombacha sete panos favada, camisa de tricoline ocre, guaiaca com dois bocós, espora chilena e um chapéu tapeado, e obviamente, fui embarcado no meu Pingo encilhado que também carregava uma mala de garupa recheada de mantimentos.
Chegando ao CTG todos a caráter, menos Lipi, pois sua pilcha ainda era uma incógnita, adentramos a porta principal todos bem vestidos já dançantes e tomando longas cuiadas de um bom mate cevado. Deixei meu Pingo amarrado numa bela pastagem, e ao prostrar-me diante da porta de entrada ouço uma exclamação em minha direção: eram as recepcionistas Neuza Silva e Sueli Menoncim em êxtase gritando com veemência que meu traje não era adequado para a ocasião, pois espora e chapéu não são permitidos em festas e fandangos, decepcionado tirei os acessórios e entrei no salão um pouco cabisbaixo.
 Recepcionados pela rainha da festa da Melancia (Nauana Marcante), que seguia a risca os ditames de Marina Paixão Cortês, calçava uma sapatilha de 7 cm na cor bege, vestia uma saia com a barra no peito do pé em corte godê, um casaquinho manga três quartos com decote pequeno que não expunha seus ombros nem seios, todos acabados por passamanaria acetinada em um tom acima da cor da indumentária, usava um fichu de fita rosáscea, e para dar suporte a vestimenta, uma longa anágua branca e bombachinha, no cabelo uma trança embutida decorada com flores naturais delicadamente retidas do canteiro da paróquia, onde trabalha tia Maria. Nauana que recepcionava os convidados,  estava confortavelmente sentada sobre uma elegante charrete puxada por três pomposas éguas brilhosas, ali então, convidava a todos para participar da festividade tradicionalista.
 Entramos no salão e como de praxe arrancamos olhares e cochichos, festividade adentro, Lipi avistou os peõezinhos mirins deslizando na pista e imediatamente tirou seu pala de lã, deixando então aparecer seu traje inspirado nas prendinhas mirins, foi então que chocadas as pessoas perceberam o que ele vestia: sapatilha branca abotoada ao peito do pé, meia curta com borda rendada, vestido na altura do joelho confeccionado por ele mesmo em algodão com motivos de chita miúda, com detalhes em fita mimosa e broderis, com a cabeça enfeitada por uma coroinha de flor de maçanilha. No mesmo instante que ele se colocou a disposição para ser chamado a pista de dança, foi chamado por um peão mirim a dançar uma milonga maragata.
O baile tem início e uma banda caprichava nos gaitaços, não faltou bugio, milonga, rancheira puladinha, chotes, vaneiras e chamamés, a pista de dança não ficou vazia em música nenhuma, lá continuamos a dançar sem o baile todo. De repente surge do além Tatiane Pomps, que trazia uma faca de prata de adaga talhada herdada de seu avô Hélio Pompeu, iniciou um show de chula na pista central que estremeceu os pilares de guajuvira do CTG, ovacionamos a mesma com uma salva de palmas, eis que surge Gabriela enciumada e com toda sua técnica desmancha a plateia em assovios e gritos com seu show de boleadeira. Lipi que também não queria sair perdendo chama para pista Nauana e eu, e assim figuramos o xote das duas damas que deixou emocionou por completo os presentes.
O baile foi amornando e chegando ao fim, já na parte de fora, CAPA como é conhecido por todos, surge com um misterioso pão, quis logo saber de onde o tão desejado pão havia saído, quando percebi que tinha sido furtado de minha mala de garupa listrada em azul e vermelho (em homenagem aos queridos maragatos e chimangos), avancei ferozmente sobre o coitado, rolei no chão e embarreei toda minha bombacha, que ficou impregnada de ciscos e pelos da égua que estavam na portaria do salão.
Todos começaram a surgir com pães roubados da minha mala de garupa, um sacol bem curtido, um queijo colonial, um pedaço de charque dessalgado e um pote de feijão tropeiro. Gabriela esfomeada teve um surto e me insultou com palavras de baixo calão, me desferiu pedregulhos na face pois queria ir para casa,  estava com frio nos seios, que de forma misteriosa saltaram para fora da camisa. Lipi logo pegou a charanga e levou Antonie pra casa, eu fiquei aguardando o que aquela noite ainda nos proporcionaria, voltei para o CTG em busca da minha mala de garupa ainda recheada de condimentos, Valéria nos convidou para ir até sua casa onde havia um molho de cachorro quente pronto.
 Ao chegarmos em sua residência,  com piscina acoplada e cascatas artificiais  marcamos de nos encontrar na praça para degustar a iguaria, embarcamos na charanga negra, Lipi, Angelo, eu e Tatiane, que esfregou a adaga nas minha narina em tom de ameaça, a algazarra em frente a mansão de Valéria foi tanta que que de repente salta Nilce  (Revolts), mãe de Valéria nos injuriando ferozmente, nos jogando objetos e lançando palavras no vento, a frente da casa limpou de imediato e saltamos correndo , ouviram-se no meio deste conflito um codinome secreto: NILCE REVOLTS. Então, corremos até a praça na madrugada, estacionamos os carros e dançamos a polonese (onde todos em fila figuram a dança). CAPA surge distribuindo os pães, porque segundo ele, o MOIO ia chegar. Capa dizia: - Peguem os pão para comer com o MOIO de cachorro quente. As risadas foram tantas que quando o MOIO chegou avançamos ferozmente e comemos tudo, dei um chute na panela de pressão que acabou rolando praça abaixo e nunca mais foi vista. Nos dirigimos todos para casa, desencilhei meu Pingo e dormi aconchegado em cima de meu pelego macio.

Autor: Matheus Casanova
Co-Autora: Marina Cavalli